Angola Assim não Vamos Longe
Neste post está incorporado a insatisfação do povo Angolano que se interessa por empreendedorismo, desenvolvimento econômico e tecnológico, as informações de insatisfação foram coletadas num post feito pelo banco BAI link Comunicado BAI Onde o Banco vem anunciar aos utentes dos cartões Visa pré-pago Kamba.
Parece que o banco tomou conhecimento de certas atividades a serem realizadas por pessoas empreendedoras que viram seus limites de utilização mensal do cartão de débito reduzidas, e decidiram alugar mais cartões para aumentar esses limites.
A decisão do banco foi simplesmente apelar que os mesmo pudessem parar com tais atividades, e disponibilizou um espaço para denúncias.
Em respostas os empreendedores aparecem para dar seus pareceres e comentários de insatisfação, já que o banco não faz uma revisão do plafon mensal que baixou o insignificativamente.
"Definitivamente este país está mal. Quer dizer por um lado os jovens a puxarem para conseguirem uma oportunidade de emprego e por outro vem as entidades do país a criar barreiras/obstáculos para essa mesma juventude".
"Dão formação, e eles próprio desvalorizam tais formações, pessoa tem ensino médio exigem ensino superior, pessoa tem ensino superior exigem 5 a 6 anos de experiência prática, onde é que vamos buscar isto tudo eu que estou a vir de uma formação!!!"
Temos de nos rever sinceramente. Logo somos obrigados a viver como estrangeiros no país alheio, sofrendo bullying e outros tipos de descriminação por causa da cor, raça, cultura e da própria Africanidade.
Nós que decidimos ficar aqui, estamos a ser fechados e impedidos de progredir... O avanço tecnológico trouxe consigo novas oportunidades de ganhar a vida sem precisar passar por muitos requisitos como acima mencionados, e graças a Deus os jovens Angolanos empreendedores estão a ver e comer do bem e do bom, e tirar máximo proveito destas ferramentas.
Porém ao cair da tarde o banco vem com estas informações como intuito de limitar, e criar barreiras aos jovens a fim que parar todos os serviços, que trazem benefícios aos jovens e ao mesmo banco.
A algum tempo o Banco disponibilizou o cartão pré-pago kamba, com um plafon mensal de USD 2.000 e com ele a juventude passou a utilizar para fazer compras no exterior. Compras de bens e serviços e estes bens e serviços são escassos no país e que de alguma forma satisfazem as necessidades das populações, sem falar dos preços baixos e da alta qualidade.
Não podemos negar que estes bens e serviços têm dado uma boa margem de lucros aos empresários que fazem este tipo de serviço.
Porém o Banco decidiu baixar este plafon de USD 2.000 para USD 1000. Este foi o primeiro golpe dado aos jovens empreendedores do país... Limitando as quantidades de pagamento de bens e serviços no exterior.
Mais os empreendedores não ficaram de braços cruzados pois quem tanto quer, procura sempre uma solução para os problemas que advém no nosso dia a dia.
Os empreendedores passaram a ajudar os cartões de alguns usuários que tenham aberto as suas contas e que por várias razões eles não fazem o uso constante destes meios de pagamento.
E estás pessoas ao alugarem seus cartões eles conseguiam fazer uma renda extra em apenas 3 a 6 dias, e muita das vezes o salário destas pessoas não se compram com os ganhos ao fazer alugar cartões.
O banco tomou conhecimento deste facto e de imediato decidiu publicar uma nota onde proíbe este tipo de ato...
Criando assim novamente, mais uma barreira para os jovens empreendedores.
Aonde vamos chegar com isso?
Pedimos um grande favor as entidades reguladoras para que possam rever esta situação. Tanto é que se nós chegamos até aqui é porque o país em si não disponibiliza o acesso a cartões de Débito da rede Visa com todas funcionalidades requeridas nos tempos atuais.
E que possam ter um limite mínimo de até 30.000 Euros mensais, tal como os outros bancos fazem no exterior.
Porque o banco não tem nada a perder, pois para cada movimento há sempre uma comissão pela utilização dos serviços... Quanto mais utilizarem os serviços mais taxas serão pagas ao banco, e o fluxo econômico vai ganhar rotação nova.
E as pessoas ficarão atraídos novamente por Angola e vão voltar aos seus países, visto que os sistemas bancários e de pagamento se tornaram mais flexíveis e simplificado.
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